Dissertação/Tese EFEITOS DE DIFERENTES PROTOCOLOS DE AQUECIMENTO SOBRE PADRÕES TERMOGRÁFICOS CUTÂNEOS E DESEMPENHO NO TESTE DE 1RM - PPGREAB

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Dissertação/Tese do PPGREAB
EFEITOS DE DIFERENTES PROTOCOLOS DE AQUECIMENTO SOBRE PADRÕES TERMOGRÁFICOS CUTÂNEOS E DESEMPENHO NO TESTE DE 1RM

Discente de mestrado
Kamila Moreira da Silva
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  • Defesa
  • Data: 29/06/2026
  • Hora: 09:00
  • Local: https://meet.google.com/wem-qvkw-dyq
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  • Resumo
    O aquecimento é amplamente utilizado antes da realização de exercícios resistidos com o objetivo de otimizar o desempenho físico e preparar o organismo para o esforço. Entretanto, são escassos os estudos que comparem, sob condições controladas e com volume de carga equalizado, diferentes protocolos de aquecimento antes do teste de uma repetição máxima (1RM), integrando simultaneamente o desempenho em força máxima, a temperatura cutânea, o desempenho neuromuscular e os marcadores perceptivos de resposta aguda. O objetivo deste estudo foi investigar os efeitos de diferentes protocolos de aquecimento sobre a temperatura cutânea, o desempenho em teste de força muscular voluntária máxima, as respostas neuromusculares e indicadores psicofisiológicos em indivíduos treinados. Participaram do estudo 14 indivíduos fisicamente ativos e com experiência prévia em treinamento resistido. Foi adotado delineamento cross-over randomizado, no qual os participantes realizaram quatro condições: protocolo Real (50–70% de 1RM), Carga Fixa (85% de 1RM), Progressivo (75–85– 95% de 1RM) e Controle (sem aquecimento). O desempenho em força máxima foi avaliado por meio do teste de 1RM em meio agachamento no Smith Machine. Foram analisadas ainda a temperatura cutânea por termografia infravermelha, o desempenho no salto com contramovimento (CMJ) e variáveis psicofisiológicas relacionadas ao bem-estar, recuperação e esforço percebido. Os dados foram analisados por meio de análises de variância (ANOVA) para medidas repetidas, adotando-se nível de significância de 5%. Não foram observadas diferenças estatisticamente significativas entre os protocolos para o desempenho em 1RM. Também não foram observadas diferenças entre os protocolos na carga total de aquecimento (tonelagem), nas respostas termográficas, no desempenho do CMJ e na percepção subjetiva de esforço. Em relação à prontidão pré-protocolo, foram observados efeitos entre as sessões para qualidade do sono, fadiga e dor muscular percebida; entretanto, nas comparações múltiplas, apenas a dor muscular percebida apresentou diferença entre condições, com menor escore na sessão correspondente ao protocolo Real em comparação à Carga Fixa. Conclui-se que diferentes estratégias de aquecimento, quando estruturadas com carga total de trabalho equivalente, não produziram diferenças nas respostas fisiológicas, neuromusculares, perceptivas e no desempenho em força máxima de indivíduos treinados. Esses achados indicam que a distribuição da intensidade durante o aquecimento, de forma isolada, não foi suficiente para modificar as respostas agudas avaliadas.
  • Palavras-chave:
    aquecimento; força muscular; termografia infravermelha; treinamento resistido.
  • Abstract
    Warm-up is widely used before resistance exercise to optimize physical performance and prepare the body for exertion. However, few studies have compared different warm-up protocols under controlled conditions and with equalized volume load before a one-repetition maximum (1RM) test while simultaneously assessing maximal strength performance, skin temperature, neuromuscular performance, and perceptual markers of acute responses. The aim of this study was to investigate the effects of different warm-up protocols on skin temperature, maximal voluntary strength performance, neuromuscular responses, and psychophysiological indicators in trained individuals. Fourteen physically active individuals with previous resistance training experience participated in the study. A randomized crossover design was adopted, in which participants performed four conditions: Real protocol (50–70% of 1RM), Fixed Load protocol (85% of 1RM), Progressive protocol (75–85–95% of 1RM), and Control condition (no warm-up). Maximal strength performance was assessed using the 1RM half-squat test performed on a Smith machine. Skin temperature was assessed using infrared thermography, countermovement jump (CMJ) performance was evaluated, and psychophysiological variables related to well-being, recovery, and perceived exertion were also analyzed. Data were analyzed using repeated-measures analysis of variance (ANOVA), with a significance level of 5%. No statistically significant differences were observed among the protocols for 1RM performance. Likewise, no differences were observed among the protocols in total warm-up load (volume load), thermographic responses, CMJ performance, or rating of perceived exertion. Regarding pre-protocol readiness, effects across sessions were observed for sleep quality, perceived fatigue, and perceived muscle soreness; however, in the multiple comparisons, only perceived muscle soreness differed between conditions, with a lower score in the session corresponding to the Real protocol compared with the Fixed Load protocol. It is concluded that different warm- up strategies, when structured with equivalent total workload, did not produce differences in physiological, neuromuscular, perceptual, or maximal strength performance responses in trained individuals. These findings indicate that the distribution of intensity during warm-up, when considered in isolation, was not sufficient to modify the acute responses evaluated.
  • Keywords:
    warm-up; muscle strength; infrared thermography; resistance training.
  • Banca de defesa

    Presidente
    Danilo Fonseca Leonel
  • Nacionalidade: Brasileira
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  • Participante interno
    VINÍCIUS CUNHA DE OLIVEIRA
  • Nacionalidade: Brasileira
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  • Participante externo
    MARCO FABRÍCIO DIAS PEIXOTO
  • Nacionalidade: Brasileira
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